A frota de veículos leves eletrificados no Brasil chegou a 950.183 unidades até agosto de 2026, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). O avanço aumenta a oferta de carros elétricos e híbridos para quem busca reduzir o uso de combustível, mas também torna mais importante avaliar como funcionam seguro, manutenção e consertos antes da compra.
De janeiro a agosto, foram emplacados 328.477 eletrificados, informou a entidade. Em agosto, os registros somaram 57.386 unidades. Os modelos 100% elétricos e os híbridos plug-in responderam juntos por 83,1% dos emplacamentos de eletrificados no mês, o que coloca baterias de alta tensão, sistemas eletrônicos e peças específicas no centro da rotina de pós-venda.
Seguro e conserto não têm comparação pública padronizada
Não há, nos dados públicos consultados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), um campo específico que separe veículos elétricos, híbridos e a combustão para mostrar preço de apólice, franquia, tempo de conserto, dano à bateria ou período de imobilização. Por isso, não é possível estabelecer uma cotação nacional padronizada por capital nem afirmar, com base nesses registros, quanto cada tecnologia custa para segurar ou reparar.
Na reparação, o desafio vai além da troca de peças. Diagnóstico e intervenções em eletrificados podem envolver alta tensão, eletrônica embarcada, bateria e protocolos de segurança, incluindo áreas de quarentena em situações de avaria, conforme diagnóstico setorial do Sindirepa. A disponibilidade de componentes e de oficinas aptas pode afetar o prazo de liberação do veículo, especialmente quando há necessidade de peças específicas.
Fonte: Jovem Pan
Conexão Carajás conectando você com o mundo.