Informações recebidas pelo portal apontam suspeitas sobre o custeio de viagens atribuídas a Rosival Possidônio pelo interior do Pará. Os materiais encaminhados à redação sugerem possível utilização de recursos estaduais em deslocamentos relacionados à campanha eleitoral, mas ainda não permitem confirmar a origem dos pagamentos.

Encaminhadas ao Conexão Carajás de forma anônima por servidores do órgão, apresentam suspeitas sobre o financiamento de viagens atribuídas à campanha de Rosival Possidônio junto de Cristiane brito servidora publica no Pará.

Segundo a informação recebida, despesas com deslocamentos e hospedagens estariam sendo pagas com dinheiro público. O relato escrito, entretanto, não apresenta valores, datas, comprovantes ou identificação de pagamentos que permitam detalhar as informações sobre uma lua de mel.

no entanto apresentam citações de viagens a Altamira, em julho, e Marabá, em agosto de 2026. Os relatos mencionam ainda uma possível passagem por Alter do Chão, no oeste paraense, que teria finalidade turística e amorosa.

Atualmente Rosival Possidônio disputa uma vaga de deputado federal pelo Republicanos nas eleições de 2026. Sua candidatura consta nas bases eleitorais confirmando sua candidatura, no entanto fontes nos afirmam um mega escândalo dessa suposta lua de mel eleitoral.

Na página institucional de contatos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará), Rosival Possidônio do Nascimento aparece identificado como diretor técnico. A presença do nome no site confirma seu cargo na emater-Pará enquanto o nome de Cristiane brito (Amante do mesmo) consta na folha de pagamento de sua filial de Barcarena.

Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará.

Origem dos pagamentos ainda em investigação.

O ponto central a seria o financiamento dessas viagens com recursos públicos que mostrariam um mega escândalo do candidato e a servidora publica.

Financiamento eleitoral não se confunde com uso da máquina pública

Há uma distinção importante: campanhas podem receber legalmente dinheiro público por meio do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o Fundo Eleitoral, observadas as regras de distribuição, utilização e prestação de contas. Portanto, a origem pública de um recurso não caracteriza, por si só, irregularidades.

No caso relatado ao Conexão Carajas, ainda não há elementos documentais não chegaram ao portal para verificar e identificar a origem dos pagamentos mencionados ou comprovar uma infração.

Rosival Possidônio e a Emater-PA ainda não foram contatados para esta versão preliminar. As informações permanecem em apuração e precisam ser confrontadas com documentos e com os esclarecimentos dos envolvidos antes da publicação.

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